na prorrogação
CLT garante direito do atleta profissional ao adicional noturno. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Associação Chapecoense de Futebol, de Chapecó (SC) a pagar a verba aos familiares de Willian Thiego de Jesus, atleta que morreu no acidente aéreo de 2016 na Colômbia. A ação foi ajuizada pela viúva e pela filha do jogador na condição de sucessoras.
Tributo à Chapecoense e às vítimas do acidente aéreo que matou 71 pessoas
Na reclamação trabalhista, apresentada em 2018, as familiares de Thiego pediram o pagamento de verbas decorrentes do contrato, entre elas o adicional noturno. Segundo elas, ele trabalhava no período noturno, especialmente nos jogos durante a semana, que…
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Fonte: www.conjur.com.br
