A validação de operações suspeitas, que destoam do perfil do correntista, evidencia a falha na prestação do serviço oferecido pela instituição financeira.
MagnificCom esse entendimento, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais responsabilizou um banco pelo prejuízo causado por movimentações financeiras que fugiram do padrão de consumo de uma cliente depois do furto de seu celular. O colegiado determinou que o réu restitua o valor desviado à consumidora e pague uma indenização por danos morais.
Segundo o processo, em agosto de 2024, o celular da cliente foi furtado e, no mesmo dia, terceiros fizeram diversas operações em sua conta, totalizando cerca de R$ 98…
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Fonte: conjur.com.br
